Foto tirada em 1958 pelo fotógrafo profissional Almiro Baraúna a bordo de um navio da Marinha Brasileira.
O anúncio feito pelo governo brasileiro em maio de 2005 em Brasília, e consequentemente pela Força Aérea Brasileira, no sentido de divulgar oficialmente os seus arquivos sobre avistamentos de extraterrestres em todo o país é um grande progresso para o planeta! Os seus arquivos remontam a 1954 e revelam que avistamentos aéreos especiais eram rotulados de “Tráfego H”. A liberação veio após pressão de uma equipe de especialistas brasileiros que insistia no acesso público a essas informações. Entre essas pessoas estava A.J. Gevaerd, que está familiarizado com o trabalho e informações da Academia.
Esta liberação de documentos é um passo importante para o reconhecimento global da realidade que é a existência de extraterrestres. Confirmações posteriores da vida extraterrestre terão consequências profundas, levando, inclusive, a reavaliações da astronomia, cosmologia e teologia. O “mistério do elo perdido” finalmente seria posto numa nova perspectiva.
Entre os documentos divulgados estava o avistamento de maio 1986 de 21 objetos, alguns com mais de 90 metros de diâmetro, detectados em radar pelo tráfego aéreo brasileiro sobre o Rio de Janeiro, São José dos Campos e São Paulo, cuja presença e atividade interferiu no tráfego aéreo sobre essas áreas.
Durante uma visita ao Brasil naquela época, eu tive a permissão de analisar algumas das fotografias confidenciais desse avistamento, e posso afirmar que o evento foi verdadeiro.
A presença observada e documentada de tecnologia extraterrestre e de deslocamentos no espaço deve revelar a ação de uma inteligência superior no nosso espaço local. Deve mostrar também que as raças extraterrestres que nos visitam são variadas. Se são obviamente mais avançadas, será que tal superioridade não se deve, em parte, a uma engenharia genética responsável por uma capacidade cerebral mais funcional ou por ordens de seleção genética maior? Outra possível explicação seria a possibilidade de os seres extraterrestres não viverem em ambientes sujeitos à devastação de cataclismos, como inundações e impactos de meteoritos, o que permitiria milhares ou até milhões de anos de evolução contínua.
A confirmação da realidade extraterrestre também significaria que não se pode encontrar uma explicação total para a origem da vida somente no nosso planeta. Portanto, temos de pressionar por descobertas de vida inteligente no contexto planetário e galáctico maior. As dimensões espirituais da vida, creio eu, têm demorado a despertar no planeta Terra, pois elas exigem, a fim de se tornarem explícitas, que a nossa consciência se eleve e se expanda continuamente acima dos círculos de família, país e raça para finalmente descobrir o nosso destino divino dentro das culturas cósmicas.
Qual a razão do sigilo por parte dos extraterrestres? Talvez eles percebam que só agora começamos a aprender a andar como bebês, e eles acompanham o nosso despertar para a vastidão e majestade do universo. Outros documentos sugerem a existência de uma forma não-benigna de inteligência interessada apenas na extração de minerais para proveito próprio e/ou em testes particulares com várias espécies, mesmo à custa do nosso livre-arbítrio.
Finalmente, a liberação de documentos que cobrem mais de 50 anos de ocorrências em um dos maiores países do mundo é altamente significativa neste momento de “quase confronto” de civilizações. Talvez isso nos incentive a praticar a lei cósmica de amor e respeito pela biodiversidade, que se reflete no espírito da nossa Mãe Terra. A humanidade precisa de líderes e pensadores genuínos que ajudem a explicar e digerir a próxima fase dos objetivos operacionais do projeto evolutivo da vida, que traz um reconhecimento maior do plano organizacional superior do universo.
Que o Brasil, um país na “forma do coração humano”, seja abençoado pela sua liderança corajosa. Que ele seja uma testemunha de altos princípios de discernimento, compartilhando com os países irmãos uma forma mais eminente de resolver a situação do mundo. Que o mundo comece a perceber a importância de referências planetárias alternativas à medida que crescemos em consciência e alcançamos a percepção moral necessária para nos levar ao próximo nível de engajamento e de consciência da “Casa de Muitas Moradas”.
Entendamos este como o primeiro passo para que desponte uma nova realidade operacional interligada com os novos e emocionantes níveis da Fonte Suprema. Isto não significa negar “Deus” ou a “Divindade”, e sim atualizar e expandir os critérios básicos das suposições históricas da ciência e da religião com versões novas da Palavra/Consciência suprema. Sintamos na Terra as origens e o destino superior que compartilhamos e que nos faz avançar cada vez mais no sentido da compreensão positiva do projeto maior da vida no universo, por intermédio daquela que será conhecida como a “Evolução Superior”.
— J.J. Hurtak, Ph.D., Ph.D.

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A provocadora publicação mundial (abril de 2006) dos temas descobertos a partir da recuperação do Evangelho Perdido de Judas (Iscariotes) não surpreendeu os que têm trabalhado nos últimos trinta e tantos anos com os textos cópticos perdidos. O Evangelho que recentemente veio à tona em Nova York (fevereiro de 2006) foi originalmente descoberto nos anos 70 perto da cidade de El-Minya, às margens do Rio Nilo, cerca de 120 quilômetros ao sul do Cairo. Ele coincide com o conjunto da coletânea de Nag Hammadi, que foi paulatinamente publicada por estudiosos em Berlim (na década de 50), na UNESCO e no Instituto de Antiguidades da Califórnia, que fez insinuações sobre afirmações e trabalhos controversos relacionados à vida de Jesus e os seus discípulos.
A maioria dos antropólogos considera que a pedra que ilustra os Dez Mandamentos na “antiga” escrita hebreia, ou paleocanaanita, seja obra de estudiosos ou cartógrafos rabínicos ensinados por autoridades rabínicas forçadas a deixar Portugal ou Espanha no século XVI. Não seria estranho marcar a “borda” do Império do Novo Mundo com palavras ancestrais da Providência e poder de Deus já que o Novo Mundo era dividido entre Espanha e Portugal. Os mandamentos, neste contexto, representam um tipo de “mezzuzah” num dos portões do monte para assinalar, no solo ou território oficial do novo império, um reconhecimento para todos. De fato, a residência do primeiro governador construída na América do Norte se localizava nas proximidades de Santa Fé.
Em Moscou, o IKI (o Instituto de Pesquisa Espacial da Academia Russa de Ciências, o equivalente soviético da NASA) esperava que assim como a nave espacial Vega, que em 1986 chegou próximo ao Cometa Halley e fez 10.000 observações instrumentadas, ali detectando grãos de gelo e poeira, e os elementos essenciais à vida (hidrogênio, oxigênio, carbono e nitrogênio), do mesmo modo a sonda Phobos II também descobriria sinais de vida primitiva. No entanto, em março de 1989, a nave espacial russa Phobos II, programada para intensos estudos da geologia do planeta vermelho, desapareceu do sistema de rastreamento russo no momento em que fazia um levantamento preliminar da superfície marciana. Este foi o conjunto mais caro, potente e sofisticado de equipamentos e instrumentação eletrônica soviética e europeia enviado da Terra a Marte antes de 1993, e havia uma expectativa entre russos e europeus de mais de trinta experimentos conjuntos quando todas as câmeras subitamente se desligaram e foi notificada a “perda total da nave”.
Uma das últimas imagens que a câmera da Phobos II transmitiu com detalhes para a Terra antes de ser cortada a transmissão de dados foi a de uma enorme sombra elíptica na superfície de Marte na forma de um charuto e com comprimento estimado entre 25 e 27 quilômetros. O tamanho desse objeto descartou a possibilidade de ser uma projeção da sombra da nave espacial Phobos. Devido à posição, forma simétrica, tamanho e deslocamento, nenhum acidente geográfico na superfície de Marte na área em questão, nem as luas Phobos ou Deimos, nem a própria nave espacial Phobos II poderia explicar o padrão da sombra que aparece nos últimos dados de imagem transmitidos à Terra.
O avistamento da sombra em Marte poderia ser suficiente para convencer muitos sobre a existência de vida inteligente orbitando em torno de Marte. Porém, em agosto de 1993 houve outro acontecimento de grandes proporções e tremenda repercussão em todo o programa espacial americano. Os 400 milhões de dólares da sonda Mars Observer (Observadora de Marte), enviada para mapear em detalhe a superfície do planeta vermelho, se perdeu justamente quando se preparava para entrar na órbita de Marte. Apesar dos sinais enviados para pressurizar os tanques de combustível do sistema de propulsão e preparar os jatos do foguete para desacelerar a espaçonave e permitir a sua captura pelo campo de gravidade do planeta, a antena da Observer, que deveria captar e reconhecer o sinal do Laboratório de Propulsão a Jato, não respondeu em nenhum momento. Os cientistas concluíram, logo após a perda da sonda, que a espaçonave deve ter explodido com a pressurização dos tanques de combustível. O custo de toda a missão chegou a quase um bilhão de dólares.