Caros Amigos,
Salomão é famoso pela sua grande sabedoria, lembrada pela maioria de nós como uma capacidade especial de usar o seu julgamento com uma sabedoria primorosa acima de qualquer dúvida. Vocês certamente se lembram do caso das duas mulheres que se diziam mães de um neném, e ele se ofereceu para cortar o bebê ao meio e dar a metade a cada uma delas. Imediatamente a mãe verdadeira disse preferir que a outra mulher ficasse com o bebê a vê-lo morto, o que a revelou como a mãe verdadeira.
Sabedoria não é conhecimento. É, antes, a capacidade de demonstrar um grande insight na escolha do conhecimento acumulado para solucionar problemas e progredir na vida. É um tema que dá o que pensar e nós não a abordaremos de modo filosófico, mas com profunda compreensão.
A mensagem de Enoch é de que podemos nos ligar à Sabedoria maior e aos seres de Luz de mundos superiores, que amam compartilhar a sua sabedoria conosco. Os Serafim, em particular, sabem exatamente que nível de sabedoria está associado à consciência de cada planeta, e também têm a ordem de proteger a Sabedoria maior e a semente sagrada, ou os que possuem a sabedoria de entender a sua herança Divina.
A Sabedoria não opera sozinha; requer a fé de sabedoria e as energias transformadoras do Amor, as energias Crísticas, para concluir a sua missão, e é isso o que lemos na Chave 318:66:
“Finalmente, foi Jesus do Ofício do Cristo e da Ordem de Melchizedek quem deu testemunho aos Senhores e entidades de Luz caídos que estavam nas maiores regiões de turbulência, para que, pela Graça do Pai, eles pudessem acelerar o seu tempo fora dos véus superiores de Luz”.
As Escrituras são a fonte do conhecimento de que necessitamos para receber a verdadeira Sabedoria. No trabalho enoquiano, as Escrituras incluem todos os Livros Santos, desde os do Oriente, com todas as suas diferentes tradições, até a Bíblia e todas as escrituras que foram enterradas e que agora estão sendo descobertas.
Para os que acreditam que não haja outra escritura senão a Bíblia, nós citamos a própria Bíblia. O Evangelho de João termina assim no capítulo 21:25: “Há, de fato, também muitas outras coisas que Jesus fez, as quais, se alguma vez fossem escritas em todos os pormenores, suponho que o próprio mundo não poderia conter os rolos escritos”. João destaca claramente que os Evangelhos que hoje temos não são um registro total e final dos ensinamentos e do trabalho em vida de Jesus Cristo. Que mundo poderia conter a Plenitude de Cristo?
Um desses documentos dos ensinamentos de Jesus, dado aos seus discípulos e discípulas é o de Pistis Sophia, que a Chave 110:36 menciona:
“A Pistis Sophia, concebida em padrões de pensamento hebraicos traduzidos para o grego e o cóptico, é um dos grandes Evangelhos, pois é um testemunho verdadeiro dos mistérios da linguagem que Jesus usou para invocar o seu Corpo de Luz na presença dos seus discípulos iniciados. Ela mostra como Jesus é a síntese das 32 unidades formadoras químicas de inteligência no Mistério do Logos conhecido como Lak Boymer, o Pilar de Luz que através do trigésimo terceiro grau invoca o Corpo Crístico de Luz para viver no Corpo de Jesus”.
Esta escritura também ensina como a sabedoria superior caiu nos mundos inferiores e, através de arrependimento e do perdão do Cristo, pôde ser redimida e preparada para voltar aos mundos superiores. “Pistis Sophia” significa a Fé de Sabedoria, o que quer dizer que a fé tem de ter essa Sabedoria superior, que ela sozinha não basta. Pistis Sophia é ilustrada como uma personagem feminina, e nos ensinamentos os discípulos participam de um diálogo com Jesus Cristo já com o seu Corpo de Luz. De modo muito claro, ele relega à insignificância todo chauvinismo religioso que valoriza o masculino em detrimento do feminino. Ali as discípulas se destacam no entendimento do que Jesus ensina. Eis o que o Dr. J.J. Hurtak afirma no comentário de Pistis Sophia:
“A fim de reunir o interior e o exterior, precisamos buscar, assim como Cristo, romper o antigo ciclo e adquirir a Sabedoria Superior (Chokmah, Sophia) para descobrir o EU SOU O EU SOU do Nome do Pai, a Presença Divina que nos receberá como um filho ou filha de Deus independentemente de termos nascido como judeus, mulçumanos, budistas, cristãos, hindus, etc. A Sabedoria no seu estado Divino mais elevado é o poder irradiante de Deus usado para a preparação e promoção da criação, de modo que possamos entender a Família e a natureza da Divindade e ser recebidos por elas”.
“O ensinamento de Pistis Sophia foi transmitido para abrir os portais que foram fechados e para unir as Irmandades de Irmãos/Irmãs da Humanidade com as Irmandades de Irmãos/Irmãs de Luz. Para que isto aconteça, o Eu Superior Crístico, o corpo superior, precisa cobrir o eu humano de modo que a presença do superior EU SOU do Pai possa unir-se à presença da consciência do nosso EU SOU, reunindo-nos no EU SOU o EU SOU. Não é disso que tratam a Ordem de Melchizedek e os ensinamentos dos antigos Mestres da Kabbalah?”.
“Não importa qual o estado da alma e quão insignificante ela possa imaginar que são os seus poderes de Luz, se ela usar o(s) Verdadeiro(s) Nome(s) de Deus pedindo que a Presença de Luz apareça, nada será elevado demais nem impossível para o seu desenvolvimento, crescimento e ressurreição. Esta é a mensagem da Fé (Pistis) de Pistis Sophia, que sabe que os seus arrependimentos serão ouvidos pela Luz maior, que vem com o Nome do Deus Verdadeiro (Ha-Shem), recriando e reprojetando até mesmo o interior dos mundos das trevas”.
“Agora nos é mostrado que um ciclo de Luz inteiramente novo se manifestará do Alto, isto é, do Alto Comando da Mente Infinita de Deus, dos Conselhos Superiores de Luz. […] Somos destinados a nos tornar Eternos. O nosso corpo físico se tornará parte da Luz Eterna, que transforma todas as crianças de Luz pelo Poder de Luz do alto”.
Com Amor e Bênçãos,


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O objetivo das primeiras muitas missões humanas a Marte será acompanhar as explorações dos robôs e responder, acima de tudo, se algum dia o Planeta Vermelho teria ou não abrigado vida. No estágio em que estamos, a partir dos registros das missões anteriores Mariner 9 e Viking 1 e 2, as formações no solo sugerem detalhes de uma vida prévia hipotética. O Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch® foi o primeiro a publicar formações especiais em Marte, especificamente a estrutura de quatro tetraedros no Quadrângulo Elysium. A Academia também publicou as primeiras imagens da Viking referentes aos artefatos originais na área de Cydonia, inclusive o chamado Rosto de Marte.
Orbit 220, Faixa de 441,21 km; (ver à esquerda) Resolução 4,32m/pixel — tirada em 5 de abril de 1998, com uma faixa de visualização ampliada sobre uma área de 4,42 quilômetros x 41.5 km, e que mostra uma estranha geometria com 21 linhas brancas com alinhamentos paralelos.
Até que cheguem os seres humanos, os programadores de software já desenvolveram robôs com uma mecânica inteligente para atravessar as dunas e, em pequenas áreas, colher imagens com câmeras panorâmicas estereoscópicas. Com a ajuda de engenheiros na Terra, é possível, então, reunir as fotos num ambiente virtual tridimensional através de programas e de uma interface de realidade virtual avançada chamada Marsmap. Um pequeno veículo que tenha uma câmera estereoscópica para captar contornos geológicos do terreno poderá se distanciar até 100 quilômetros do veículo de aterrissagem. Reunidas as imagens de locais específicos, elas serão um rico recurso para os pesquisadores que queiram explorar em detalhes certas áreas de Marte.
As questões mais difíceis da comprovação de vida prévia em Marte não podem ser respondidas nem por uma ou por duas missões de sobrevoo, nem por alguns poucos veículos em terra. Elas aguardam a possibilidade de as agências espaciais internacionais começarem a encarar com seriedade: as áreas equatoriais como leitos de antigos fluxos volumosos de água e como os mecanismos primordiais de síntese orgânica para a presença de vida; ou a chamada região da “Cidade Inca” cujas células geológicas e contornos indicativos de água, com configurações semelhantes às de um favo de mel, lembram uma região parecida vista em radar na Guatemala e Belize no final dos anos 1970 por especialistas que confirmaram a existência de canais artificiais.
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